quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

MITO 5 - «A vedação de segurança de Israel é 'apartheid'»

Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações. O site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade», foi deitado abaixo, mas há muitas outras fontes. Nomeadamente MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL.

«Este mito é um verdadeiro «dois em um». 

A vedação é segurança da "Cisjordânia" é uma vedação e não um muro. 97% da cerca é feita de rede metálica (como as dos campos de ténis). Os restantes 3% são de cimento projectado, capaz de repelir ataques de franco-atiradores.

A vedação foi construída em 2003 em resposta a milhares de atentados suicidas e ataques com mísseis contra cidadãos israelitas por terroristas 'palestinos', patrocinados e armados pela Autoridade Palestina e pelo Hamas.  

A vedação foi construída para impedir a entrada de terroristas, e não de árabes.

Nos anos desde a construção da vedação, os ataques terroristas diminuíram em mais de 90%. A vedação é legítima defesa de Israel contra um agressor cruel, amoral e terrorista».




Este vídeo mostra o que descrevemos acima:



E este é mais um vídeo do Matisyahu, que tem o bónus de ser traduzido:




Nota muitíssimo oportuna do nosso amigo AM: Mais do que o direito a construir o muro, é obrigação de um Estado proteger a sua população. O muro construído por Israel, é uma versão «light» do muro feito pelo Egipto. Acresce que o muro que separa Gaza e o Egipto, é mais antigo do que o separa Gaza de Israel. Pese embora estes dois atributos, o muro feito pelos egípcios, nunca foi objecto de qualquer polémica. Mais: a maior parte dos detratores do muro construído por Israel, desconhece em absoluto a existência do muro feito pelos egípcios!!! Não obstante estar ao alcance de um click poderem confirmar que ele está lá através do Google Earth.

MITO 4 - «O Holocausto é o problema da Europa; os 'palestinos' não tiveram nenhum papel nele»



Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações. O site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade», foi deitado abaixo, mas há muitas outras fontes. Nomeadamente MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL.

«O pai do nacionalismo 'palestinano', Haj Amin Al-Husseini, planeou campos de morte para os judeus no Médio
Oriente.  

Haj Amin Al-Husseini, era um seguidor devoto de Hitler, passou a guerra em Berlim, recrutou uma legião árabe para a causa nazi e planeou a "Solução Final" para os judeus do mundo árabe. 

A Irmandade Muçulmana, que criou o Hamas e que governa Gaza, traduziu para o árabe o 'Mein Kampf' em 1930 e pediu a destruição do Estado judaico logo no seu nascimento

MITO 3 - «Os Árabes querem a Paz e um Estado na 'Cisjordânia'»

Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações. O site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade» , está sob ataque informático, como acontece mais tarde ou mais cedo a quem enfrenta as forças do Mal.

NOTA: A "Cisjordânia" é o nome dado pelos anti-semitas à Judeia e Samaria, a terra, respectivamente, dos judeus e dos samaritanos (que também professam a religião judaica.


«Os países árabes rejeitaram a paz e um Estado na Cisjordânia, primeiro em 1948, quando foi oferecido a eles pela ONU e, em seguida, em 2000, quando lhe foi oferecido pelos presidentes Clinton e Barak. Em 1949, a 'Cisjordânia' e a Faixa de Gaza, que a ONU havia designado como uma pátria para os árabes, foram anexados, respectivamente, pela Jordânia e pelo Egipto. Quando a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) foi formada em 1964 a liderança da OLP declarou que seu objectivo era "empurrar os judeus para o mar". Hoje a "libertação da 'Palestina' do rio ao mar" ainda é o objectivo do Hamas e da Autoridade Palestina (AP). A guerra no Médio Oriente é sobre o desejo das nações árabes e muçulmanas de destruir Israel, não é sobre o desejo de um Estado 'palestino'.

1,4 milhão de árabes a viver em Israel com direitos civis que são a inveja do mundo árabe. Árabes israelitas votam nas eleições de Israel, têm representantes no Parlamento israelita, assento em tribunais israelitas e no Supremo Tribunal de Israel, e servem como professores efectivos em escolas e universidades israelitas. Os cidadãos árabes de Israel têm mais direitos, e desfrutam de mais liberdade, educação e oportunidades económicas do que os habitantes de qualquer país árabe ou muçulmano.»

terça-feira, 7 de novembro de 2017

MITO 2 - «Israel pratica o Apartheid»



Desmontamos os principais mitos sobre Israel, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações: 

«O termo Apartheid refere-se à segregação de grupos com base na etnia ou raça, e à negação de direitos civis básicos para o grupo segregado. Não há essa separação em Israel. Aos árabes são concedidos todos os direitos civis sob a lei israelita, que proíbe a discriminação com base em raça, credo ou sexo. 
Os Árabes participam plenamente na sociedade israelita e no governo. Os cidadãos árabes de Israel votam nas eleições nacionais, têm representantes no Parlamento israelita, assento nos tribunais israelitas e no Supremo Tribunal de Israel, e servem como professores efectivos de ensino em faculdades e universidades israelitas. 
Os cidadãos árabes de Israel têm mais direitos, e desfrutam de mais liberdade, educação e oportunidades económicas do que os árabes de qualquer Estado Árabe.»

terça-feira, 10 de outubro de 2017

MITO 1 - «Israel ocupa a Palestina Árabe»



Fiéis à máxima de que «uma mentira mil vezes repetida para por verdade», alguns detractores de Israel têm construído uma narrativa falsa, composta de mitos destinados a ludibriar a opinião pública. Vamos desmontar os 10 mitos mais comuns, um por um, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações, e a visitarem o site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade».


«Esta é uma reivindicação genocida feita pelos grupos pró-árabes. É genocida porque oblitera o Estado Judaico. Se Israel é realmente "Palestina ocupada", então não há nenhum estado legítimo no  Médio Oriente. 
No tempo dos Romanos já os Filisteus estavam extintos. Outrora haviam habitado a região em torno do Jordão (de Filisteus vem o nome "Palestina"), mas nunca houve uma entidade política - nem uma província ou um Estado - chamado "Palestina" e ninguém falava em tal coisa até bem depois de as Nações Unidas terem reconhecido a independência de Israel - e da Jordânia - em 1948. 
O território em que Israel foi criado pela ONU também foi usado pelas potências coloniais para criar Síria, Iraque, Líbano e Jordânia. Era terra que tinha pertencido à Turquia por 400 anos. Os turcos não são "palestinos" e não são sequer árabes.

Nunca houve um país árabe chamado "Palestina" ou habitados por "palestinos".
 
Antes da criação da Organização de Libertação da Palestina, em 1964, 16 anos após o nascimento de Israel, nenhuma entidade político árabe foi chamado por esse nome. 





Nota do nosso amigo João Monteiro

Os Filisteus já não existiam no tempo dos Romanos nem alguma vez habitaram a região em torno do Jordão. Eram um povo originário da área do mar Egeu, nomeadamente de Creta, portanto, europeu, que migrou para a parte sudoeste de Canaã e se fixou na área que hoje corresponde sensivelmente à Faixa de Gaza. Neste território fundaram as cidades de Gaza, Gath, Ashdod, Asquelon e Ekron. Após o Êxodo do Povo Judeu do Egipto para Canaã, os Filisteus foram um constante e feroz inimigo dos Israelitas mas nunca prevaleceram contra estes e acabaram por desaparecer no decurso da História. A relação entre os Romanos e os Filisteus (estes já tinham desaparecido vários séculos antes daqueles terem conquistaram a Terra de Israel) é apenas esta: após a vitória dos Romanos sobre os Judeus na Segunda Revolta Judaica em 135, O Imperador Adriano alterou o nome da Terra de Israel (as províncias da Judeia, Samaria e Galileia) para Siria Palestina com o objectivo claro da erradicação do nacionalismo judaico e de humilhar o Povo Judeu ao associar a Terra de Israel ao povo antigo e feroz inimigo de Israel, os Filisteus de onde a palavra “Palestina” deriva, procurando eliminar da terra todos os traços da sua herança histórica judaica (curiosamente, o mesmo que os Jordanos procuraram fazer quando dominaram a parte oriental de Jerusalém de 1948 a 1967, e os Palestinianos procuram fazer agora). O nome latino de Palestina acabou por ficar ligado à Terra de Israel e tem origem na palavra hebraica “peleshet” (cuja raiz é “palash”, um termo genérico para “movimento” ou “migração”) nome pelo qual os Israelitas conheciam os filisteus que tinham vindo do mar e fazia referência a essa sua origem. Este nome de Palestina foi retomado e institucionalizado pelos Britânicos após o derrube do Império Otomano em 1917 e, finalmente, aproveitado pelos Árabes da região a partir de 1967 para a criação do seu estado de ficção, como lhe chamou Golda Meir.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

A Mentira Soviético-Palestina


Não perca o(s) documentário(s) acima e ESTE, que conta a História recente de Israel. A Jihad contra Israel é a mesma que nós no Ocidente enfrentamos.


Este excelente artigo do GATESTONE INSTITUTE - cujo site que não nos cansamos de recomendar - é mais um a fazer luz sobre o motivo da insistência da extrema-esquerda (com os neo-nazis a reboque) no mito da "Palestina Árabe". 


Mas para quem odeia, a VERDADE de nada conta. 

Ignorância, hoje em dia, na Idade da Informação, não se justifica. Só é ignorante QUEM QUER.



OK, vá lá votar no Bloco...

 

A Mentira Soviético-Palestina

por

Original em inglês: The Soviet-Palestinian Lie Tradução: Joseph Skilnik


  • "A OLP foi idealizada pela KGB, que tinha tinha forte inclinação por organizações de libertação. — Ion Mihai Pacepa, ex-chefe do Serviço de Inteligência da Romênia.
  • "A primeira providência da KGB foi destruir os registros oficiais de nascimento de Arafat no Cairo, substituindo-os por registros falsos, segundo os quais ele havia nascido em Jerusalém e era, portanto, um palestino de nascença". — Ion Mihai Pacepa.
  • "O mundo islâmico era uma placa de Petri a postos na qual havia condições de cultivar uma cepa virulenta de ódio aos Estados Unidos, cultivada a partir da bactéria do pensamento marxista-leninista. O antissemitismo islâmico corria solto... A única coisa a fazer era ficar repetindo nossos lemas -- que os Estados Unidos e Israel eram "países fascistas, sionistas-imperialistas" financiados pelos judeus ricos". — Yuri Andropov, ex-chefe da KGB.
  • Já em 1965, a URSS propôs formalmente uma resolução nas Nações Unidas condenando o sionismo como forma de colonialismo e racismo. Embora não tivesse tido sucesso em sua primeira investida, a ONU acabou por se mostrar uma organização extremamente receptiva à propaganda e ao preconceito soviético. Em novembro de 1975, a Resolução 3379 condenando o sionismo como "uma forma de racismo e discriminação racial" foi finalmente aprovada.

A recente descoberta que Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina (AP), era espião da KGB em Damasco em 1983, foi descartada por muitos na grande mídia como uma "curiosidade histórica...", só que a notícia emergiu em um momento particularmente inoportuno em que o Presidente Vladimir Putin estava procurando organizar novas conversações entre Abbas e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. Como era de se esperar, a Autoridade Palestina imediatamente refutou a notícia. Nabil Shaath, alto funcionário da Fatah afirmou que Abbas jamais foi agente da KGB e classificou a alegação de "campanha difamatória."

A revelação, longe de ser uma "curiosidade histórica", é um aspecto de uma das muitas peças do quebra-cabeça no tocante às origens do terrorismo islâmico dos séculos XX e XXI. As origens são quase sempre ofuscadas e obscurecidas nas tentativas mal acobertadas em apresentar uma narrativa peculiar em relação às causas do terrorismo contemporâneo, ao mesmo tempo desacreditando todas e quaisquer evidências em contrário como "teorias da conspiração".

Não há nada de conspiratório acerca da última revelação. Ela consta em um documento nos arquivos Mitrokhin no Churchill Archives Center da Universidade de Cambridge do Reino Unido. Vasili Mitrokhin era ex-oficial de alta patente do Serviço de Inteligência, que mais tarde foi rebaixado a arquivista da KGB. Correndo perigo de vida gigantesco, ele passou 12 anos diligentemente copiando aqueles arquivos secretos da KGB, que se não fosse por meio de seu trabalho eles continuariam indisponíveis para o público (os arquivos sobre a inteligência estrangeira da KGB permanecem lacrados para o público, apesar do fim da União Soviética). Quando Mitrokhin desertou da Rússia em 1992, trouxe a cópia dos arquivos para o Reino Unido. Os trechos que deixaram de ser secretos dos arquivos Mitrokhin foram liberados ao público nos textos do professor da Universidade de Cambridge Christopher Andrew, que juntamente com o desertor soviético escreveram The Mitrokhin Archive (publicado em dois volumes). Os arquivos de Mitrokhin levaram, entre outras coisas, à descoberta de muitos espiões da KGB no Ocidente e em outras regiões.

Lamentavelmente a história da verdadeira dimensão das operações de influência e desinformação da KGB não é compreendida como deveria ser, considerando-se o imenso peso que a KGB exercia sobre assuntos internacionais. A KGB conduzia operações hostis contra a OTAN como um todo, contra a dissidência democrática dentro do bloco soviético e preparava e conduzia operações subversivas na América Latina e no Oriente Médio, que ressoam até os dias de hoje.

Além disso, a KGB atuava com extrema dedicação na criação de movimentos assim chamados de libertação na América Latina e no Oriente Médio, movimentos estes que levaram a efeito o terrorismo devastador − conforme documentado no The Mitrokhin Archive, entre outros lugares, bem como nos livros e textos de Ion Mihai Pacepa, o oficial comunista de mais alta patente a desertar do antigo bloco soviético.

Pacepa foi chefe do Serviço de Inteligência da Romênia e conselheiro pessoal do líder comunista romeno Nicolae Ceausescu antes de desertar para os Estados Unidos em 1978. Pacepa trabalhou por mais de 10 anos com a CIA para derrubar o comunismo, a Agência descreveu sua colaboração como "uma importante e singular contribuição para os Estados Unidos".

Em entrevista concedida em 2004 ao FrontPage Magazine, Pacepa ressaltou:
A OLP foi idealizada pela KGB, que tinha tinha forte inclinação por organizações de "libertação". A KGB criou o Exército de Libertação Nacional da Bolívia, em 1964 com a ajuda de Ernesto "Che" Guevara... a KGB também criou a Frente Democrática para a Libertação da Palestina, que realizou atentados à bomba... Em 1964 o primeiro conselho da OLP composto por 422 representantes palestinos escolhidos a dedo pela KGB aprovou a Carta Nacional Palestina − documento este elaborado em Moscou. O Pacto Nacional Palestino e a Constituição Palestina também nasceram em Moscou, com a ajuda de Ahmed Shuqairy, agente influenciador da KGB que se tornou o primeiro presidente da OLP...
No Wall Street Journal, Pacepa explicou como a KGB construiu Arafat − ou seja, na linguagem corrente, como ela construiu uma narrativa para ele:
Ele era um burguês egípcio, mas foi transformado em dedicado marxista pela inteligência da KGB. A KGB o treinou em sua escola de operações especiais Balashikha na região leste de Moscou e em meados da década de 1960 decidiu prepará-lo como futuro líder de OLP. A primeira providência da KGB foi destruir os registros oficiais de nascimento de Arafat no Cairo, substituindo-os por registros falsos, segundo os quais ele havia nascido em Jerusalém e era, portanto, um palestino de nascença.
Conforme o já falecido historiador Robert S. Wistrich ressaltou em A Lethal Obsession (A Obsessão Fatal), a Guerra dos Seis Dias desencadeou uma campanha intensiva e prolongada por parte da União Soviética para deslegitimar Israel e o movimento de autodeterminação judaica, conhecido como sionismo. A manobra tinha como objetivo corrigir o dano causado ao prestígio da União Soviética depois que Israel derrotou seus aliados árabes:
Depois de 1967, a União Soviética começou a inundar o mundo com um fluxo constante de propaganda antissionista... Somente os nazistas em seus doze anos de poder tinham conseguido produzir um fluxo sustentado dessa magnitude de difamações e calúnias como instrumento de política nacional e externa[1].
Para tanto a URSS empregou uma série de palavras gatilho nazistas para descrever a derrota que os israelenses impuseram à agressão árabe de 1967, muitas das quais ainda são empregadas pela esquerda do Ocidente nos dias de hoje, quando se trata de Israel, tais como "praticantes de genocídio", "racistas", "campos de concentração" e "limpeza étnica".


Além disso, a URSS se envolveu em uma campanha internacional de calúnias e difamações no mundo árabe. Em 1972, a União Soviética lançou a operação "SIG" (Sionistskiye Gosudarstva, isto é: "Os Governos Sionistas"), com o objetivo de retratar os Estados Unidos como um "arrogante e esnobe feudo judaico, financiado pelo dinheiro judeu e gerido por políticos judeus, cujo objetivo era o de dominar todo o mundo islâmico". Cerca de 4.000 agentes foram enviados do bloco soviético para o mundo islâmico, armados com milhares de cópias da antiga farsa da Rússia czarista Os Protocolos dos Sábios de Sião. Segundo o chefe da KGB Yuri Andropov:
O mundo islâmico era uma placa de Petri a postos na qual havia condições de cultivar uma cepa virulenta de ódio aos Estados Unidos, cultivada a partir da bactéria do pensamento marxista-leninista. O antissemitismo islâmico corria solto... A única coisa a fazer era ficar repetindo nossos lemas — que os Estados Unidos e Israel eram "países fascistas, sionistas-imperialistas" financiados pelos judeus ricos. O Islã, obcecado em impedir a ocupação de seu território pelos infiéis, seria extremamente suscetível à nossa caracterização do Congresso dos EUA como um órgão sionista ganancioso, que tinha como objetivo transformar o mundo em um feudo judaico.
Já em 1965, a URSS propôs formalmente uma resolução nas Nações Unidas condenando o sionismo como forma de colonialismo e racismo. Embora não tivesse tido sucesso em sua primeira investida, a ONU acabou por se mostrar uma organização extremamente receptiva à propaganda e ao preconceito soviético. Em novembro de 1975, a Resolução 3379 condenando o sionismo como "uma forma de racismo e discriminação racial" foi finalmente aprovada. A conquista se seguiu a quase uma década de diligente propaganda soviética dirigida ao Terceiro Mundo, retratando Israel como um Cavalo de Troia do imperialismo e racismo do Ocidente. A campanha foi criada para edificar suporte à política externa soviética na África e no Oriente Médio. [2] Outra tática era fazer comparações visuais e verbais, consistente e incessantemente, na mídia soviética entre Israel e a África do Sul (esta é a origem dos boatos sem o menor fundamento do "Apartheid israelense").

Não só no terceiro mundo, mas também a esquerda ocidental acreditaram piamente em toda essa propaganda soviética. A esquerda do Ocidente continua disseminando grandes parcelas dela até os dias de hoje. A bem da verdade, difamar alguém, quem quer que seja de racista, tornou-se uma das principais armas da esquerda contra aqueles que discordam dela.

Entre as táticas soviéticas para isolar Israel foi fazer com que a OLP parecesse "respeitável". De acordo com Pacepa, o dirigente romeno Nicolae Ceausescu foi incumbido desta tarefa, ele que já tinha conseguido a quase impossível façanha de propaganda de retratar ao Ocidente o implacável estado policial romeno como país comunista "moderado". Isso não tinha absolutamente nada a ver com a realidade, como foi finalmente revelado no julgamento contra Nicolae Ceausescu e sua esposa Elena em 1989, que culminou com a execução de ambos.

Yasser Arafat (esquerda) com o presidente romeno Nicolae Ceausescu durante uma visita a Bucareste em 1974. (imagem: Museu de História Nacional da Romênia).


Pacepa salientou no Wall Street Journal:

Em março de 1978, eu levei Arafat secretamente para Bucareste para as instruções finais sobre como se comportar em Washington. "Você simplesmente tem que continuar fazendo de conta que vai romper com o terrorismo e reconhecer Israel − repetir, repetir e repetir essa mesma ladainha," disse Ceausescu a Arafat... Ceausescu estava eufórico com a perspectiva de que Arafat e ele poderiam estar em condições de abocanhar o Prêmio Nobel da Paz, com suas exposições fraudulentas mostrando o ramo de Oliveira.
... Ceausescu não conseguiu ganhar o Prêmio Nobel da Paz. Mas Arafat o conseguiu em 1994 − somente porque ele continuou desempenhando com perfeição o papel que lhe demos. Ele transformou sua organização terrorista OLP em um governo no exílio (Autoridade Palestina), sempre fingindo estar disposto a pôr fim ao terrorismo palestino, ao passo que na realidade o deixava correr solto. Dois anos depois da assinatura dos acordos de Oslo, o número de israelenses mortos por terroristas palestinos saltou 73%.

Em seu livro Red Horizons, Pacepa revelou o que Arafat lhe disse em uma reunião no quartel general da OLP em Beirute, isso na mesma época em que Ceausescu estava tentando tornar a OLP "respeitável":

Sou um revolucionário. Dediquei toda a minha vida à causa palestina e à destruição de Israel. Não vou mudar ou fechar um acordo. Eu não concordo com nada que reconheça Israel como um estado. Nunca... Mas estou sempre disposto a fazer com que o Ocidente acredite que eu quero o que o Irmão Ceausescu quer que eu faça. [3]

A propaganda abriu primorosamente o caminho para o terrorismo, explicou Pacepa na National Review:

O General Aleksandr Sakharovsky, que montou a estrutura de inteligência comunista da Romênia, então sendo alçado para chefiar toda a inteligência externa da Rússia Soviética, muitas vezes me disse: "no mundo de hoje, quando armas nucleares tornaram obsoleta a força militar, o terrorismo deverá se tornar a nossa principal arma".

O general soviético não estava brincando. Somente em 1969, houve 82 sequestros de aviões em todo o mundo. Segundo Pacepa, a maioria desses sequestros foi cometida pela OLP ou por grupos associados, todos apoiados pela KGB. Em 1971, quando Pacepa visitou Sakharovsky em seu gabinete em Lubyanka (sede da KGB), o general se vangloriou: "sequestro de avião é minha invenção". A Al Qaeda praticou sequestros de aviões em 11 de setembro quando usaram os próprios aviões para explodir edifícios.

Dito isso, onde Mahmoud Abbas se encaixa nisso tudo? Em 1982 Mahmoud Abbas estudou em Moscou no Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da URSS. (Em 1983 ele se tornou espião da KGB). Lá ele escreveu sua tese, publicada em árabe com o título O Outro Lado: O Segredo das Relações Entre o Nazismo e a Liderança do Movimento Sionista. Nela ele nega a existência das câmaras de gás nos campos de concentração e questiona o número de vítimas do Holocausto, sustentando que os 6 milhões de judeus que tinham sido mortos "uma mentira fantasiosa", simultaneamente culpando os judeus pelo Holocausto. Seu orientador de tese foi Yevgeny Primakov, que mais tarde se tornou Ministro das Relações Exteriores da Rússia. Mesmo depois de terminada a tese, Abbas manteve laços estreitos com a liderança soviética, militares e membros dos serviços de segurança. Em janeiro de 1989, foi nomeado Copresidente do Grupo de Trabalho Palestino Soviético (depois Russo Palestino) sobre o Oriente Médio.

Quando o atual dirigente dos árabes palestinos era acólito da KGB − cujas maquinações custaram a vida de milhares de pessoas somente no Oriente Médio − isto não pode ser considerado como "curiosidade histórica", mesmo que os formadores de opinião contemporâneos queiram que seja visto desta maneira.

Embora Pacepa e Mitrokhin soaram o alarme há muitos anos, poucas pessoas se interessaram em ouvi-los. Mas deveriam tê-los ouvido.

Judith Bergman é escritora, colunista, advogada e analista política.

[1] Robert S. Wistrich, 'A Lethal Obsession' (2010) p 139.
[2] Robert S. Wistrich, 'A Lethal Obsession' (2010), p 148.
[3] Ion Mihai Pacepa, 'Red Horizons' (1990) p 92-93.


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sábado, 1 de julho de 2017

História de Israel - Porque é que não há paz?




Conclusão da série HISTÓRIA DE ISRAEL:

Bibliografia:
Stand With Us.  
Jewish Virtual Library 

Myths and Facts


No ataque terrorista contra a delegação israelita nas Olimpíadas de Munique, planeado pelo actual líder "palestino" Mammoud Abbas, os  jihadistas torturaram e mutilaram os atletas antes de os assassinarem (como aconteceu em Paris, no Ba-ta-Clan). O halterofilista Yossef Romano foi castrado e os companheiros obrigados a presenciar. O ódio e o supremacismo islâmico é a única razão do conflito israelo-árabe.


Porque é que não há paz?
Os palestinos tiveram inúmeras oportunidades para criar um Estado independente, mas têm repetidamente rejeitado as ofertas:
Em 1937, a Comissão Peel propôs a divisão da Palestina e a criação de um Estado árabe.

Em 1939, o Livro Branco britânico propôs a criação de um Estado árabe, mas os árabes rejeitaram o plano.


Em 1947, a ONU teria criado um Estado árabe ainda maior como parte do seu plano de partição. Israel aceitou o plano. Os estados Árabes atacaram quando Israel declarou a Independência.


As negociações de paz de 1979 entre Egipto e Israel ofereceram a autonomia dos 'palestinos', o que teria levado à plena independência.


O processo de Oslo, iniciado em 1993, visava a criação de um Estado 'palestino', mas o terrorismo  dos 'palestinos' destruiu os acordos.


Em 2000, o primeiro-ministro Ehud Barak ofereceu-se criar um estado palestino, mas Yasser Arafat rejeitou o acordo.
Além disso, de 1948 a 1967, Israel não controlava a Judeia e Samaria, (vulgo Cisjordânia). Os 'palestinos' poderiam ter exigido um Estado independente dos jordanos.
Mohammed Assaf, um embaixador da juventude do UNRWA, vencedor do “Arab Idol” e organizador de campanhas para recolher doações, vem glorificando violência no seu Facebook. O seu novo vídeo encoraja a onde actual de ataques, esfaqueamentos, motins, e ataques à mão armada, cantando "Lute até que o agressor seja derrotado". Os muçulmanos vêem-se sempre como vítimas, sendo eles os agressores.

A respostas dos "palestinos" às ofertas de paz por parte de Israel:


Os líderes religiosos islâmicos admitem que ter um Estado é apenas um pretexto: o seu objectivo é o extermínio dos judeus:


O historiador Benny Morris sugeriu que os 'palestinos' têm razões religiosas, históricas e práticas para se oporem a um acordo com Israel, dizendo que "Arafat e sua geração não podem abandonar a visão de que toda a toda a Terra de Israel deve ser conquistada pelos árabes".
Os muçulmanos, que, tal como os cristãos, criaram a sua religião a partir do Judaísmo, decidiram que Israel é uma Terra Santa... islâmica. Decidiram que Israel pertence ao Dar al-Islam [o mundo do Islão].
Tendo uma terra estado uma vez nas mãos dos muçulmanos, então, segundo o Islão, essa terra será sempre dos muçulmanos. É o que vemos actualmente o Califado Global a reivindicar, quando proclama, por exemplo, que a Península Ibérica é por direito deles.
Aliás, ninguém está em segurança: o Islão, tal como o Comunismo e a sua variante alemã, o Nazismo, reivindica todo o planeta.
É inconcebível para os muçulmanos que "infiéis" como os israelitas o receberiam. "Os 'palestinos' também acreditam que o tempo está ao seu lado. Eles acham que a demografia vai derrotar a Judeus em 100 ou 200 anos, assim como aos Cruzados".
Os 'palestinos' também esperam que os árabes adquiram armas nucleares no futuro, que lhes permitam derrotar Israel. Porque é que eles deveriam aceitar um compromisso que é percebido por eles como injusto hoje?".



História das sucessivas tentativas de paz com os árabes, e da sua renúncia a qualquer solução que não seja o extermínio dos israelitas e de Israel:



ALGUNS VÍDEOS QUE DEMONSTRAM QUE O ÓDIO AOS JUDEUS E A NECESSIDADE DE OS EXTINGUIR (SOB PENA DE INVALIDAR O ISLÃO) É A ESSÊNCIA DA IDEOLOGIA MAOMETANA:






  

  

  

O canal PALESTINA LIVRE, enquanto não for censurado, é uma excelente fonte de vídeos traduzidos para Português.
Releia:

DA ALDRABICE E DA POUCA VERGONHA!